A cada dia que passa parece que tudo no mundo entra em acordo. Parece que tudo finalmente se encaixou, que você não precisa mais lutar tanto porque o mundo já não está mais contra você. Você finalmente consegue enxergar a verdadeira cor do céu, fechar os olhos à luz do sol, admirar a beleza da lua. Tudo tem um gosto novo, uma beleza que não parecia existir antes. Agora é possivel dizer palavras perdidas em mim que eu não falava a tanto tempo, sentir coisas que não sabia que ainda podia sentir, me apaixonar, sentir aquele vínculo mesmo quando ele não parece existir. Eu fecho os olhos e ainda quero chorar mas por um motivo completamente diferente. Existe um fogo, uma força, uma vontade de alcançar e lutar pelos meus sonhos que eu pensei ter sumido de dentro no dia que finalmente caí no chão de fraqueza. Não. Não mais. Tudo ainda está aqui, bem dentro de mim. Nada nunca será facil, mas agora eu sei que se eu for forte e encarar as dificuldades de cabeça erguida, o mundo sempre será um lugar melhor e eu finalmente poderei ser feliz.
Alessandra Montalbo.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Um pouco mais que um balão
Na avenida eu vi a bexiga lilás voando presa a um cabo que a mantinha, com seu peso, longe do céu, mas não tão longe que não pudesse se locomover ligeira, buliçosa e pulante pelo asfalto.
Sua liberdade delimitada entre solo e carros somada ao meu eterno e infantil fascínio por balões me fizeram observar, durante segundos, seu persistente caminho traçado pelo vento.
Se arriscando nas rodas e na incerteza, me mostrou que a liberdade está aquém à independência. Pôde-se ver também, naqueles poucos segundos, uma representação da fragilidade da vida.
Com a bexiga, para os poucos que quiseram analisar, foi notada a materialização de preceitos e contradições da vida, igualmente frágeis.
Ainda foi possível entender um pouco da física, pois passados os segundos em que a vi atravessar a rua, dei as costas e escutei uma breve e pequena explosão. Logo soube que ela jazia ali perto, despedaçada, entretanto não senti vontade nem meu caminho permitiu refitá-la. Alguém que me observasse poderia levantar outras interpretações, como o receio que trazem as mudanças e perdas.
Neste ínterim, concluí que enquanto for possível enxergar não só com os olhos, mas com a alma em conseguinte, acrescerá à humanidade uma esperança a mais. Não obstante, creio que meu senso criativo tem uma chance.
Humberto Abdo
Sua liberdade delimitada entre solo e carros somada ao meu eterno e infantil fascínio por balões me fizeram observar, durante segundos, seu persistente caminho traçado pelo vento.
Se arriscando nas rodas e na incerteza, me mostrou que a liberdade está aquém à independência. Pôde-se ver também, naqueles poucos segundos, uma representação da fragilidade da vida.
Com a bexiga, para os poucos que quiseram analisar, foi notada a materialização de preceitos e contradições da vida, igualmente frágeis.
Ainda foi possível entender um pouco da física, pois passados os segundos em que a vi atravessar a rua, dei as costas e escutei uma breve e pequena explosão. Logo soube que ela jazia ali perto, despedaçada, entretanto não senti vontade nem meu caminho permitiu refitá-la. Alguém que me observasse poderia levantar outras interpretações, como o receio que trazem as mudanças e perdas.
Neste ínterim, concluí que enquanto for possível enxergar não só com os olhos, mas com a alma em conseguinte, acrescerá à humanidade uma esperança a mais. Não obstante, creio que meu senso criativo tem uma chance.
Humberto Abdo
Desejos
Eu até desejo a paz mundial e tal, mas o que eu quero mesmo é acabar com a guerra dentro de mim. 5°C. Será que eu tomo banho?
Eu até desejo acabar com a fome mundial e tal, mas o que eu quero mesmo é matar quem ta me matando. Garçom, X tudo, por favor!
Eu até desejo um livre comercio mundial e tal, mas o que eu quero mesmo é saber se vocês aceitam o meu cartão de débito. Sem sistema? Vou ter que lavar pratos!
Eu até desejo uma educação de 1º mundo mundial e tal, mas o que eu quero mesmo é saber a resposta da 2. Se eu tivesse ido pra facul naquela sexta...
Eu até desejo que a corrupção mundial acabe e tal, mas o que eu quero mesmo, é saber o que anda fazendo o Tiririca, sabe como é que é né?(fiquei sem graça) Eu votei nele.
Eu até desejo ser um escritor lido a nível mundial e tal, mas o que eu quero mesmo é dar um desfecho nesse texto que já está me irritando. Descobri: Ponto final.
Mario Silva
Mario Silva
quinta-feira, 3 de março de 2011
Por mim e pelos outros
2011. Século 21. Pleno ápice de toda a revolução técnológica do mundo. Revolução onde cada vez mais os homens se esquecem de serem homens e passam a pensar como robôs. Criam características em si que mais parecem bytes, mega bytes e afins. Ao mesmo tempo que aproveitam a perfeição de uma dádiva que só a nossa raça possuí, se esquecem de quase todas as outras. Aproveitam a capacidade de adaptabilidade e de criação, inventam e surpreendem a cada minuto, a cada segundo. Mas se esquecem de que são seres humanos. No sentido mais passional da coisa mesmo. Aquela sensação de liberdade, de amor, de carinho, de paixão, de afeto. E talvez seja por isso que a nossa sociedade a cada dia que passa está se tornando cada vez mais egoísta. O altruísmo morreu. Está obsoleto em algum ponto da mente da maioria das pessoas. Pois é, eu disse que na maioria das pessoas. Por que na minha não.
Procuro sempre ser um diferencial neste sentido. Prezo boa educação, admiro caráter, e me sinto profundamente feliz quando me deparo com a felicidade alheia. Tenho certeza absoluta de que o mundo seria profundamente melhor e mais feliz se tods nós fizéssemos estes pequenos gestos. E sabe por que eu sou assim? Por que eu faço isso por mim, e pelos outros. Sou, sempre fui e sempre serei altruísta. Até o dia em que dermos um basta a todo esse egoísmo que assola o mundo.
Espero profundamente que todos vocês, colegas desta profissão incrível que nos proporciona um poder imenso de causar esta transformação, pensem da mesma maneira que eu. E também façam por vocês, e pelos outros.
Caio Antonioli
Procuro sempre ser um diferencial neste sentido. Prezo boa educação, admiro caráter, e me sinto profundamente feliz quando me deparo com a felicidade alheia. Tenho certeza absoluta de que o mundo seria profundamente melhor e mais feliz se tods nós fizéssemos estes pequenos gestos. E sabe por que eu sou assim? Por que eu faço isso por mim, e pelos outros. Sou, sempre fui e sempre serei altruísta. Até o dia em que dermos um basta a todo esse egoísmo que assola o mundo.
Espero profundamente que todos vocês, colegas desta profissão incrível que nos proporciona um poder imenso de causar esta transformação, pensem da mesma maneira que eu. E também façam por vocês, e pelos outros.
Caio Antonioli
Pessoas Folgadas no Dia Dia
Quando eu nasci, minha mãe me deu educação para pedir licença, por favor, obrigado. Sei que muita gente não teve mãe, mas pelo amor de Deus! O que custa ser só um poquinho educado e se tocar ?
Um dos maiores exemplos disso é o trem/metro/ônibus que pego quase todos os dias e sempre tem um ou uma querendo causar. São tantas historias que prefiro nem lembrar porque ja me dá raiva. Mas hoje foi o pior, e conseguiu não ser em nenhum desses lugares.
Fui para uma loja de reggae fazer uma entrevista para o meu trabalho de musica, faço faculdade de jornalismo pra quem não sabia, e uma filha da mãe teve que ficar do lado da câmera falando alto no celular, rindo e talz... parecia que era de proposito só pra estragar a entrevista que ficou muito legal, mesmo com ela atrapalhando pra caramba. Eu fiquei meio sem graça de pedir para ela sair, porque estávamos dentro de uma loja e eu podia espantar uma cliente, tive que aguentá-la.
Conclusão: Pessoas folgadas existem em TODOS os lugares, precisamos de paciência para aguenta-las, porque no final tudo da certo e você nem lembra desses inconvenientes e sai com
um trabalho legal que espero que logo esteja na internet para vocês verem =)
Glauber de L. Faria
Um dos maiores exemplos disso é o trem/metro/ônibus que pego quase todos os dias e sempre tem um ou uma querendo causar. São tantas historias que prefiro nem lembrar porque ja me dá raiva. Mas hoje foi o pior, e conseguiu não ser em nenhum desses lugares.
Fui para uma loja de reggae fazer uma entrevista para o meu trabalho de musica, faço faculdade de jornalismo pra quem não sabia, e uma filha da mãe teve que ficar do lado da câmera falando alto no celular, rindo e talz... parecia que era de proposito só pra estragar a entrevista que ficou muito legal, mesmo com ela atrapalhando pra caramba. Eu fiquei meio sem graça de pedir para ela sair, porque estávamos dentro de uma loja e eu podia espantar uma cliente, tive que aguentá-la.
Conclusão: Pessoas folgadas existem em TODOS os lugares, precisamos de paciência para aguenta-las, porque no final tudo da certo e você nem lembra desses inconvenientes e sai com
um trabalho legal que espero que logo esteja na internet para vocês verem =)
Glauber de L. Faria
terça-feira, 1 de março de 2011
Oi, gente!
Então, eu ainda morro de vergonha de postar algo aqui, algo meu. Mas vim aqui encher o saco e divulgar o novo blog que eu e as meninas criamos. Um blog de moda. Fotografamos pessoas nas ruas com estilo diferente e damos nossas dicas e opniões sobre o assunto. Hoje estava chovendo demais =s não deu para fotografar ninguém, mas precisavamos de um primeiro post, então fotografamos a nossa amiga Sara, a qual julgamos com muito estilo hahahahaha, espero que gostem (;
http://tapetecinza.tumblr.com/
Natália Marcelino
http://tapetecinza.tumblr.com/
Natália Marcelino
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Improvável
Os dias passam, e mais parece que eles voam. As horas parecem passar da mesma maneira que passam os minutos. Ou quem sabe os segundos? O que parece não passar nunca, mas sim se fortalecer a cada dia mais, é o que sinto quando te vejo. Quando você sorri e me diz coisas que, aos olhos de outras pessoas, parecem não ter sentido algum. Quando você passa por mim e sorri. Quando eu te ligo e ouço sua voz, mesmo que por uma fração de minuto. Não passa, parece que nunca irá passar... É muito intenso para passar assim tão rápido.
Em dias como este, sou eu, escrevendo sobre sentimento, sobre tudo o que não deveria ser dito. Sou eu recebendo o troco da vida. E é exatamente o preço que se paga por se esquivar de quem está ao seu lado, de quem corre atrás de você, de quem te dá o valor que você merece. O jogo vira e, mais tarde, é você quem corre atrás.
Pode ser que daqui pra frente às coisas mudem, mas seria improvável. Pode ser que eu esteja enganado sobre meus sentimentos, o que considero difícil. Pode ser que me torne, mesmo que aos poucos, dependente de você. Prefiro que o tempo diga por mim, que as coisas se desenrolem com ele, o mestre, o tempo.
Assim, falando abertamente de sentimento, que possa servir de ajuda aos "apaixonados de plantão", que sirva de lição. Que sirva a mim e a você, que lê isso tentando imaginar quem pode ser essa pessoa, o que de fato sinto e se vai passar. Certo, eu também tento imaginar as mesmas coisas, me faço perguntas com frequência e, assim, não chego à conclusão alguma. Já mencionei o tempo? Pois então.
Igor B.
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